O Ministério Público do Trabalho do Piauí vai participar da mobilização pelo Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, que é comemorado no próximo sábado. Cartazes e cartilhas da campanha
“O trabalho escravo está mais próximo do que você imagina” vão ser distribuídas à população como forma de alertar sobre onde começa o trabalho escravo. A ideia é demonstrar que na produção de bens, no campo ou nas fábricas, pode estar acontecendo trabalho escravo. E cabe às pessoas denunciarem a ocorrência desse tipo de irregularidade para que as ações de repressão possam coibir essa prática.
Representantes da gerência de enfrentamento ao trabalho escravo da SASC, Fetag, SRTE, CPT e de outras entidades irão discutir, das 8h às 12 horas na Praça da Liberdade, a problemática do trabalho escravo.
Na oportunidade, serão divulgadas as ações do Fórum Estadual de Enfrentamento ao Trabalho Escravo, dados e informações sobre os trabalhadores resgatados em condições análogas à escravidão, o mapa das incidências de trabalho escravo no Estado e também sobre o Sine Rural, através do Programa Marco Zero, que pode beneficiar o trabalhador da agricultura.
Lideranças sociais do assentamento Nova Conquista, no município de Monsenhor Gil, estarão presentes para alertar as instituições e a sociedade sobre a necessidade de combater a prática do trabalho escravo com ações de prevenção, repressão, mobilização social e implementação de políticas públicas.
O dia 28 de fevereiro foi escolhido para representar a data em homenagem aos auditores fiscais João Batista Soares Lage e Nelson da Silva e o motorista Ailton Pereira de Oliveira, assassinados em 2004, durante vistoria a fazendas na zona rural de Unaí, Minas Gerais.
“O trabalho escravo está mais próximo do que você imagina” vão ser distribuídas à população como forma de alertar sobre onde começa o trabalho escravo. A ideia é demonstrar que na produção de bens, no campo ou nas fábricas, pode estar acontecendo trabalho escravo. E cabe às pessoas denunciarem a ocorrência desse tipo de irregularidade para que as ações de repressão possam coibir essa prática.
Representantes da gerência de enfrentamento ao trabalho escravo da SASC, Fetag, SRTE, CPT e de outras entidades irão discutir, das 8h às 12 horas na Praça da Liberdade, a problemática do trabalho escravo.
Na oportunidade, serão divulgadas as ações do Fórum Estadual de Enfrentamento ao Trabalho Escravo, dados e informações sobre os trabalhadores resgatados em condições análogas à escravidão, o mapa das incidências de trabalho escravo no Estado e também sobre o Sine Rural, através do Programa Marco Zero, que pode beneficiar o trabalhador da agricultura.
Lideranças sociais do assentamento Nova Conquista, no município de Monsenhor Gil, estarão presentes para alertar as instituições e a sociedade sobre a necessidade de combater a prática do trabalho escravo com ações de prevenção, repressão, mobilização social e implementação de políticas públicas.
O dia 28 de fevereiro foi escolhido para representar a data em homenagem aos auditores fiscais João Batista Soares Lage e Nelson da Silva e o motorista Ailton Pereira de Oliveira, assassinados em 2004, durante vistoria a fazendas na zona rural de Unaí, Minas Gerais.