Os detentos do pavilhão B, da Casa de Custódia de Teresina, começaram um motim no final da manhã dessa segunda-feira. A Rone e o Gate foram para o presídio.
Segundo informações de policiais, foram confirmadas duas mortes e 26 pessoas ficaram feridas com perfurações leves e até graves. A rebelião, no entanto, já teria sido controlada. Mas as informações ainda estão desencontradas. Caso sejam confirmados os dois óbitos de hoje aumenta para seis o número de detentos mortos na Casa de Custódia em menos de 20 dias
Aguarde mais informações a qualquer momento.
Atualizada às 14h54
Um preso foi morto e dois foram feridos em briga na Casa de Custódia no início da tarde desta segunda-feira (22).
O Instituto Médico Legal - IML - chegou ao local com duas viaturas das Rondas Ostensivas de Natureza Especial. O comandante do Rone, capitão Fábio Abreu, disse que o grupamento foi acionado para dar segurança em uma vistoria de emergência.
De acordo com informações que chegaram até Abreu, a briga aconteceu durante discussão por motivo ainda desconhecido. O detento morto foi alvo de um espeto de ferro, arma feita com pedaços tirados das celas.
O preso identificado como Osmani de Freitas Ferreira, 29 anos, natural de Teresina, sofreu várias perfurações por todo o corpo, principalmente no tórax. Ele estava na Custódia há seis meses acusado de assalto, furto e latrocínio e também já tinha passado pela penitenciária Irmão Guido. Não existem ainda suspeitos, pois todos os que estavam no pavilhão B teriam participado da briga, ocorrida por volta de 12h, no horário do banho de sol, após o almoço.
Perícia e IML deixaram o local por volta de 14h20 sem falar com a imprensa. Os feridos foram levados sem lesões mais graves para o hospital do bairro Promorar, zona Sul de Teresina. Por correrem risco de morte, eles serão isolados ou transferidos.
O capitão Dênio Marinho, diretor do presídio, explicou que houve um tumulto generalizado, com cerca de 90 presos brigando contra apenas três. Ele acredita que dívidas por conta de drogas tenham provocado a briga, que foi interrompida por vários tiros disparados pelos PMs.
Vice-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários - Sinpoljuspi -, Wellington Rodrigues informou que o pavilhão comporta 180 presos ao invés de 60, sua real capacidade. Ele denuncia que falta espaço até para se trabalhar e as visitas dos advogados não acontecem por conta de detentos usarem a sala destinada para tal. "A tendência agora é piorar", protesta. A Casa de Custódia suporta 350 presos, mas já conta com 780.
Uma vistoria na manhã de hoje achou barras de ferro nas celas. Na madrugada de domingo, policiais militares evitaram uma fuga em massa do local.
Segundo informações de policiais, foram confirmadas duas mortes e 26 pessoas ficaram feridas com perfurações leves e até graves. A rebelião, no entanto, já teria sido controlada. Mas as informações ainda estão desencontradas. Caso sejam confirmados os dois óbitos de hoje aumenta para seis o número de detentos mortos na Casa de Custódia em menos de 20 dias
Aguarde mais informações a qualquer momento.
Atualizada às 14h54
Um preso foi morto e dois foram feridos em briga na Casa de Custódia no início da tarde desta segunda-feira (22).
O Instituto Médico Legal - IML - chegou ao local com duas viaturas das Rondas Ostensivas de Natureza Especial. O comandante do Rone, capitão Fábio Abreu, disse que o grupamento foi acionado para dar segurança em uma vistoria de emergência.
De acordo com informações que chegaram até Abreu, a briga aconteceu durante discussão por motivo ainda desconhecido. O detento morto foi alvo de um espeto de ferro, arma feita com pedaços tirados das celas.
O preso identificado como Osmani de Freitas Ferreira, 29 anos, natural de Teresina, sofreu várias perfurações por todo o corpo, principalmente no tórax. Ele estava na Custódia há seis meses acusado de assalto, furto e latrocínio e também já tinha passado pela penitenciária Irmão Guido. Não existem ainda suspeitos, pois todos os que estavam no pavilhão B teriam participado da briga, ocorrida por volta de 12h, no horário do banho de sol, após o almoço.
Perícia e IML deixaram o local por volta de 14h20 sem falar com a imprensa. Os feridos foram levados sem lesões mais graves para o hospital do bairro Promorar, zona Sul de Teresina. Por correrem risco de morte, eles serão isolados ou transferidos.
O capitão Dênio Marinho, diretor do presídio, explicou que houve um tumulto generalizado, com cerca de 90 presos brigando contra apenas três. Ele acredita que dívidas por conta de drogas tenham provocado a briga, que foi interrompida por vários tiros disparados pelos PMs.
Vice-presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários - Sinpoljuspi -, Wellington Rodrigues informou que o pavilhão comporta 180 presos ao invés de 60, sua real capacidade. Ele denuncia que falta espaço até para se trabalhar e as visitas dos advogados não acontecem por conta de detentos usarem a sala destinada para tal. "A tendência agora é piorar", protesta. A Casa de Custódia suporta 350 presos, mas já conta com 780.
Uma vistoria na manhã de hoje achou barras de ferro nas celas. Na madrugada de domingo, policiais militares evitaram uma fuga em massa do local.