O compositor e maestro Beetholven Cunha abre a Expo Piauí 2015 com a apresentação “Piano Brasileiro”, nesta quinta-feira, 02, a partir das 20 horas, no Clube dos Diários, com entrada franca.
Segundo o pianista pernambucano, radicado no Piauí há 10 anos, o objetivo é divulgar a produção composicional para piano em nosso país. Na apresentação, Beetholven estreia duas obras de sua autoria: a atonal “Um dia ameno” e “Dança de um Rei Nagô”, com elementos afro-brasileiros.
“Minha doce e querida Galateia” é uma peça do também maestro Emmanuel Coelho Maciel, inspirada na personagem da mitologia, mas com melodia brejeira típica de Minas Gerais, terra natal do autor. Suíte Russana, de Liduino Pitombeira, traz a técnica de fuga, com uma melodia modal nordestina. “É como se Bach tivesse nascido no Ceará”, brinca o pianista.
O artista destaca ainda a obra “Canção para Kobe”, do pianista Amaral Vieira, uma elegia escrita às vésperas de uma viagem ao Japão em 1995, em homenagem às vítimas do terremoto que vitimou 6400 pessoas na cidade de Kobe.
O programa do concerto conta ainda com peças de Heitor Villa Lobos, Frederico Marroquim, João Macdowell e Ricardo Tacuchian.
Segundo o pianista pernambucano, radicado no Piauí há 10 anos, o objetivo é divulgar a produção composicional para piano em nosso país. Na apresentação, Beetholven estreia duas obras de sua autoria: a atonal “Um dia ameno” e “Dança de um Rei Nagô”, com elementos afro-brasileiros.
“Minha doce e querida Galateia” é uma peça do também maestro Emmanuel Coelho Maciel, inspirada na personagem da mitologia, mas com melodia brejeira típica de Minas Gerais, terra natal do autor. Suíte Russana, de Liduino Pitombeira, traz a técnica de fuga, com uma melodia modal nordestina. “É como se Bach tivesse nascido no Ceará”, brinca o pianista.
O artista destaca ainda a obra “Canção para Kobe”, do pianista Amaral Vieira, uma elegia escrita às vésperas de uma viagem ao Japão em 1995, em homenagem às vítimas do terremoto que vitimou 6400 pessoas na cidade de Kobe.
O programa do concerto conta ainda com peças de Heitor Villa Lobos, Frederico Marroquim, João Macdowell e Ricardo Tacuchian.