Em num circo montado na cidade de Girau do Ponciano em Alagoas, a Polícia daquele estado Washington Barros da Silva, 39 anos, acusado de assassinar a esposa, Kayssa Helane Lima de Sousa, de 24 anos, em novembro de 2010 em Teresina.
De acordo com informações passadas pelo Chefe de Serviços da Central de Polícia, Marcondes Wanderley, o acusado trabalhava no circo que pertence a sua família, a qual não sabia do crime praticado por ele, que já tem mandado de prisão expedido pela Justiça do Piauí, desde dezembro de 2010.
A denúncia à Polícia Civil alagoana foi feita por familiares da vítima no Piauí, após saberem que ele estava foragido em Alagoas. Ele não reagiu à prisão. O circo onde ele trabalhava pertence ao irmão do acusado.
Segundo ele, o crime foi praticado por ciúmes, pois ele descobriu que Kayssa Helane estava cometendo adultério. Informação que sempre rebatida por familiares e amigos da vítima. Na época do crime, ela revelou a amigas que o relacionamento com o então esposo estava conturbado e as discussões eram constantes.
Em sua defesa, ele alegou que na noite do crime, 4 de novembro, a esposa foi flagrada por ele dentro do carro com outro homem. A versão também rebatida por testemunhas que estavam com ela numa churrascaria momentos antes do crime. Após o suposto flagrante, o casal iniciou uma discussão e ele sacou uma arma e atirou contra Kayssa.
O casal tinha uma filha, hoje com sete anos. Quando se conheceram ele deixou o circo onde trabalhava e passou a trabalhar como taxista na empresa de taxis do pai da jovem, em Teresina. Na época da morte, ela cursava Enfermagem numa faculdade da capital.
Washington Barros falou aos policiais, já na Central de Polícia, que pretendia se entregar, mas os próprios familiares não concordaram, segundo a versão do assassino.
De acordo com informações passadas pelo Chefe de Serviços da Central de Polícia, Marcondes Wanderley, o acusado trabalhava no circo que pertence a sua família, a qual não sabia do crime praticado por ele, que já tem mandado de prisão expedido pela Justiça do Piauí, desde dezembro de 2010.
A denúncia à Polícia Civil alagoana foi feita por familiares da vítima no Piauí, após saberem que ele estava foragido em Alagoas. Ele não reagiu à prisão. O circo onde ele trabalhava pertence ao irmão do acusado.
Segundo ele, o crime foi praticado por ciúmes, pois ele descobriu que Kayssa Helane estava cometendo adultério. Informação que sempre rebatida por familiares e amigos da vítima. Na época do crime, ela revelou a amigas que o relacionamento com o então esposo estava conturbado e as discussões eram constantes.
Em sua defesa, ele alegou que na noite do crime, 4 de novembro, a esposa foi flagrada por ele dentro do carro com outro homem. A versão também rebatida por testemunhas que estavam com ela numa churrascaria momentos antes do crime. Após o suposto flagrante, o casal iniciou uma discussão e ele sacou uma arma e atirou contra Kayssa.
O casal tinha uma filha, hoje com sete anos. Quando se conheceram ele deixou o circo onde trabalhava e passou a trabalhar como taxista na empresa de taxis do pai da jovem, em Teresina. Na época da morte, ela cursava Enfermagem numa faculdade da capital.
Washington Barros falou aos policiais, já na Central de Polícia, que pretendia se entregar, mas os próprios familiares não concordaram, segundo a versão do assassino.