Acusado de matar escrivã de Polícia será julgado em junho

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O julgamento do acusado de matar a policial Civil Loane Maranhão da Silva Thé, 32, será próximo dia 7 de junho. O Tribunal do Júri será em Caxias, no Maranhão, cidade em Loane foi assassinada a facadas.
A jovem foi morta na manhã do dia 15 de maio de 2014 dentro da Delegacia da Mulher daquele município maranhense. Loane era escrivã há cerca de quatro anos.

O assassinato ocorreu enquanto a vítima tomava o depoimento de um preso, Francisco Alves Costa, 43. Ao se ver sozinho, ele pegou uma faca sobre uma mesa – dentre as muitas resultantes de apreensões – e golpeou Loane no pescoço. As informações são do 180graus.

Uma investigadora correu para a sala ao ouvir os gritos e foi esfaqueada no abdômen. Mesmo socorrida e levada para o hospital de Caxias, a jovem não resistiu aos ferimentos. Após matar a escrivã e golpear a outra policial, Costa conseguiu fugir, mas foi preso próximo à rodoviária de Caxias, localizada no bairro Vila Lobão.

O julgamento deve começar às 9 horas e se estender até às 24 horas, segundo p advogado Nazareno Thé, que era tio da vítima. A previsão é de que o acusado pegue algo em torno de 40 anos de reclusão. Francisco Alves Costa irá responder por homicídio e tentativa de homicídio.

O acusado trabalhava como gari na prefeitura de Caxias e havia sido intimado para prestar depoimento sobre a acusação de ter estuprado as próprias filhas, uma de 17 e outra de 20 anos.
Em 2015, no dia 2 de maio, Francisco Costa foi condenado a 72 anos de prisão por esses crimes.
A sentença foi proferida pela juíza titular da 5ª Vara Criminal da Comarca de Caxias, Marcela Santana Lobo. Os abusos contra as filhas começaram em 2005 e só cessaram em 2014, quando Costa foi preso.