Apesar de já ter definido os valores da compra de Lucca com Criciúma e Cruzeiro, o Corinthians corre o risco de não conseguir ficar com o jogador ao fim do empréstimo, em 31 de maio. Tudo porque a oferta salarial do Timão ficou bem longe da pedida do meia-atacante, de 26 anos.
O presidente Roberto de Andrade está disposto a pagar no máximo R$ 200 mil mensais de salário, enquanto Lucca pede bem mais. E ele se baseia em uma antiga promessa da diretoria para pleitear o valor, compatível ao de outros titulares do elenco.
Lucca lembra que teve de abrir mão de 10% de seus direitos econômicos em favor do Criciúma para ser emprestado ao Corinthians, em outubro do ano passado. Isso porque o Timão não quis desembolsar qualquer centavo na negociação naquele momento. O titular de Tite também ressalta que seguiu ganhando o mesmo salário dos tempos de Criciúma.
“Ele está praticamente pagando para jogar no Corinthians até agora”, ressalta um amigo de Lucca, destacando a perda dos 10% e a defasagem de seu salário, que hoje equivale à metade do que Edilson, lateral-direito reserva, recebe.
A alta pedida salarial também tem a ver com o interesse de alguns clubes brasileiros. Um deles, cuja identidade é mantida em sigilo, já fez até uma oferta oficial ao Criciúma e ao jogador. É por causa dessa proposta, muito maior que a do Corinthians, que o time de Santa Catarina estabeleceu esta quarta-feira como prazo final para o acerto. Caso contrário, se verá liberado para tratar com os rivais.
Flamengo e São Paulo ainda não oficializaram proposta, mas também observam com atenção as discussões de Lucca com o Corinthians. Ambos tinham interesse no jogador antes mesmo de ele se mudar por empréstimo para o Corinthians.
Autor de quatro gols na temporada, Lucca custaria R$ 5 milhões aos cofres alvinegros: R$ 4 milhões para o Criciúma por 50% dos direitos econômicos e outro R$ 1 milhão para o Cruzeiro por mais 10%.
O presidente Roberto de Andrade está disposto a pagar no máximo R$ 200 mil mensais de salário, enquanto Lucca pede bem mais. E ele se baseia em uma antiga promessa da diretoria para pleitear o valor, compatível ao de outros titulares do elenco.
Lucca lembra que teve de abrir mão de 10% de seus direitos econômicos em favor do Criciúma para ser emprestado ao Corinthians, em outubro do ano passado. Isso porque o Timão não quis desembolsar qualquer centavo na negociação naquele momento. O titular de Tite também ressalta que seguiu ganhando o mesmo salário dos tempos de Criciúma.
“Ele está praticamente pagando para jogar no Corinthians até agora”, ressalta um amigo de Lucca, destacando a perda dos 10% e a defasagem de seu salário, que hoje equivale à metade do que Edilson, lateral-direito reserva, recebe.
A alta pedida salarial também tem a ver com o interesse de alguns clubes brasileiros. Um deles, cuja identidade é mantida em sigilo, já fez até uma oferta oficial ao Criciúma e ao jogador. É por causa dessa proposta, muito maior que a do Corinthians, que o time de Santa Catarina estabeleceu esta quarta-feira como prazo final para o acerto. Caso contrário, se verá liberado para tratar com os rivais.
Flamengo e São Paulo ainda não oficializaram proposta, mas também observam com atenção as discussões de Lucca com o Corinthians. Ambos tinham interesse no jogador antes mesmo de ele se mudar por empréstimo para o Corinthians.
Autor de quatro gols na temporada, Lucca custaria R$ 5 milhões aos cofres alvinegros: R$ 4 milhões para o Criciúma por 50% dos direitos econômicos e outro R$ 1 milhão para o Cruzeiro por mais 10%.