O Índice de Progresso Social (IPS) 2026, divulgado nesta quarta-feira (20), revelou quais são as cidades com a melhor e a pior qualidade de vida do Piauí. O levantamento analisou os 5.570 municípios brasileiros com base em 57 indicadores sociais e ambientais.
No estado, o município de Olho D’Água do Piauí aparece como a cidade com melhor qualidade de vida. Com população de 2.730 habitantes, o município alcançou índice de 66,06 pontos e ocupa a 563ª posição no ranking nacional.
Entre os principais destaques da cidade estão os indicadores relacionados a necessidades humanas básicas, água e saneamento, segurança pessoal, inclusão social, acesso à informação e educação superior.
A capital Teresina ficou em segundo lugar no ranking estadual, com IPS de 66,02 e posição 573 no cenário nacional. Já Picos aparece na terceira colocação entre os municípios piauienses.
Na outra ponta do levantamento está Morro Cabeça no Tempo, apontada como a cidade com pior qualidade de vida do estado. O município registrou IPS de 50,27 e ocupa a última posição no ranking estadual.
As 10 cidades do Piauí com melhor qualidade de vida
- Olho D’Água do Piauí – IPS: 66,06
- Teresina – IPS: 66,02
- Picos – IPS: 65,01
- Sussuapara – IPS: 64,39
- São Félix do Piauí – IPS: 64,19
- Juazeiro do Piauí – IPS: 63,50
- Elesbão Veloso – IPS: 63,18
- Tanque do Piauí – IPS: 63,05
- Dom Expedito Lopes – IPS: 63,05
- Francisco Santos – IPS: 62,98
As 10 cidades do Piauí com pior qualidade de vida
- Morro Cabeça no Tempo – IPS: 50,27
- Palmeira do Piauí – IPS: 51,31
- Santa Filomena – IPS: 52,04
- Miguel Alves – IPS: 52,51
- Parnaguá – IPS: 52,52
- Nazária – IPS: 52,83
- Cajueiro da Praia – IPS: 52,93
- Júlio Borges – IPS: 53,06
- Várzea Branca – IPS: 53,09
- Barreiras do Piauí – IPS: 53,35
O IPS mede a capacidade dos municípios em atender necessidades humanas básicas, promover bem-estar e criar oportunidades para a população. O estudo considera indicadores relacionados à saúde, educação, segurança, moradia, inclusão social, meio ambiente e acesso à informação.
A metodologia do índice é baseada em três dimensões principais: necessidades humanas básicas, fundamentos do bem-estar e oportunidades.