O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, vai seguir a tradição de enviar (e ler) ao Congresso a mensagem do Executivo na abertura dos trabalhos do Legislativo de 2016, no próximo dia 1º; o Planalto chegou a cogitar possibilidade de a própria presidente Dilma Rousseff levar pessoalmente a mensagem, como forma de fazer um gesto de diálogo ao Legislativo, governo e oposição, pois ela tem dito que pretende conversar também com a oposição sobre a aprovação de reformas constitucionais
O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, vai seguir a tradição de enviar (e ler) ao Congresso a mensagem do Executivo na abertura dos trabalhos do Legislativo de 2016, no próximo dia 1º.
O Planalto chegou a cogitar possibilidade de a própria presidente Dilma Rousseff levar pessoalmente a mensagem, como forma de fazer um gesto de diálogo ao Legislativo, governo e oposição, pois ela tem dito que pretende conversar também com a oposição sobre a aprovação de reformas constitucionais, como a reforma da previdência.
Contudo, conforme publicação da jornalista Cristina Lôbo, a mais recente avaliação no Planalto é de que deve ser mantida a praxe, quebrada pelo ex-presidente Lula em seu primeiro ano de mandato, mas que não se repetiu com Dilma.
O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, vai seguir a tradição de enviar (e ler) ao Congresso a mensagem do Executivo na abertura dos trabalhos do Legislativo de 2016, no próximo dia 1º.
O Planalto chegou a cogitar possibilidade de a própria presidente Dilma Rousseff levar pessoalmente a mensagem, como forma de fazer um gesto de diálogo ao Legislativo, governo e oposição, pois ela tem dito que pretende conversar também com a oposição sobre a aprovação de reformas constitucionais, como a reforma da previdência.
Contudo, conforme publicação da jornalista Cristina Lôbo, a mais recente avaliação no Planalto é de que deve ser mantida a praxe, quebrada pelo ex-presidente Lula em seu primeiro ano de mandato, mas que não se repetiu com Dilma.