A deputada estadual Rejane Dias vai apresentar na Assembleia Legislativa projeto que torna obrigatório a realização de exames clínicos para a prática de educação física nas escolas estaduais. Segundo ela, o procedimento pode prevenir que estudantes sejam vítimas de problemas de saúde que ocorrem durante a prática desportiva, onde alguns destes podem ocasionar até a morte.
Ela argumenta que é está mais comum o número de crianças e jovens vítimas de paradas cardíacas ou respiratórias e que estas ocorrências acontecem principalmente quando se faz grande esforço físico. “A alimentação das crianças hoje é muito gordurosa a danosa ao sistema circulatório. Algumas
possuem doenças, como asma e diabetes, que precisam de atenção especial. Soma-se isso ao grande sedentarismo, com os computadores e vídeos games, e temos a receita para a ocorrência de problemas de saúde em jovens e crianças que só deveriam aparecer décadas à frente”, justifica.
Os exames deverão ser serão realizados por médicos da rede pública, que devem tentar diagnosticar sintomas que possam causar uma complicação de saúde ao paciente. O médico que realizar os exames prescreverá o regime de atividades apropriadas ao aluno examinado. Caso seja verificada a
necessidade de exames complementares, o médico encaminhará o aluno para uma unidade básica ou hospitalar, da rede pública de saúde.
“A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da educação básica. Mas, precisamos evitar que crianças com incompatibilidade, mesmo que provisória, para a prática desportiva corram riscos. Dizem que as pessoas só tomam atitude depois que a tragédia acontece. Esta é a oportunidade de nos anteciparmos e evitarmos que a tragédia aconteça”, completou.
Ela argumenta que é está mais comum o número de crianças e jovens vítimas de paradas cardíacas ou respiratórias e que estas ocorrências acontecem principalmente quando se faz grande esforço físico. “A alimentação das crianças hoje é muito gordurosa a danosa ao sistema circulatório. Algumas
possuem doenças, como asma e diabetes, que precisam de atenção especial. Soma-se isso ao grande sedentarismo, com os computadores e vídeos games, e temos a receita para a ocorrência de problemas de saúde em jovens e crianças que só deveriam aparecer décadas à frente”, justifica.
Os exames deverão ser serão realizados por médicos da rede pública, que devem tentar diagnosticar sintomas que possam causar uma complicação de saúde ao paciente. O médico que realizar os exames prescreverá o regime de atividades apropriadas ao aluno examinado. Caso seja verificada a
necessidade de exames complementares, o médico encaminhará o aluno para uma unidade básica ou hospitalar, da rede pública de saúde.
“A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da educação básica. Mas, precisamos evitar que crianças com incompatibilidade, mesmo que provisória, para a prática desportiva corram riscos. Dizem que as pessoas só tomam atitude depois que a tragédia acontece. Esta é a oportunidade de nos anteciparmos e evitarmos que a tragédia aconteça”, completou.