O prefeito de Coelho Neto, no Maranhão, Soliney Silva concedeu reajuste ao salário dos professores da rede municipal de ensino muito superior ao piso nacional da categoria, fixado pelo Ministério da Educação e Cultura.
Enquanto a remuneração mínima fixada pelo MEC é de R$ 1.451,00 para professor 40h, em Coelho Neto, professor Classe A, com apenas 20h passa a receber salário de R$ 1.600. O Portal Gaditas publica matéria sobre o reajuste nacional dos professores e destaca o aumento concedido pelo prefeito Soliney Silva.
Veja a matéria na íntegra:
O reajuste de 22,22% no piso salarial de professores, anunciado na segunda-feira (27) pelo Ministério da Educação, deve custar cerca de R$ 7 bilhões aos cofres das prefeituras e governos estaduais, entre gastos com o salário de docentes, com a contratação de novos professores e com o reajuste na pensão dos professores aposentados. Os cálculos são de um levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).
Segundo o presidente da entidade, Paulo Ziulkoski, o novo valor, que desde 1º de janeiro deste ano passa a ser de passa a ser de remuneração mínima de R$ 1.451,00 para o professor de nível médio e jornada de 40 horas semanais é "impagável".
Por outro lado, para a Confederação Nacional de Trabalhadores em Educação (CNTE), o reajuste é positivo e deve ser cumprido. "Se a educação é uma prioridade, ela tem que ter o financiamento adequado", afirma Roberto Leão, presidente da CNTE.
Enquanto a remuneração mínima fixada pelo MEC é de R$ 1.451,00 para professor 40h, em Coelho Neto, professor Classe A, com apenas 20h passa a receber salário de R$ 1.600. O Portal Gaditas publica matéria sobre o reajuste nacional dos professores e destaca o aumento concedido pelo prefeito Soliney Silva.
Veja a matéria na íntegra:
O reajuste de 22,22% no piso salarial de professores, anunciado na segunda-feira (27) pelo Ministério da Educação, deve custar cerca de R$ 7 bilhões aos cofres das prefeituras e governos estaduais, entre gastos com o salário de docentes, com a contratação de novos professores e com o reajuste na pensão dos professores aposentados. Os cálculos são de um levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM).
Segundo o presidente da entidade, Paulo Ziulkoski, o novo valor, que desde 1º de janeiro deste ano passa a ser de passa a ser de remuneração mínima de R$ 1.451,00 para o professor de nível médio e jornada de 40 horas semanais é "impagável".
Por outro lado, para a Confederação Nacional de Trabalhadores em Educação (CNTE), o reajuste é positivo e deve ser cumprido. "Se a educação é uma prioridade, ela tem que ter o financiamento adequado", afirma Roberto Leão, presidente da CNTE.