Representantes do Tocantins e Piauí reuniram-se no gabinete do ministro Luiz Fux e acertaram que até o dia 5/8 seus órgãos técnicos definirão, conjuntamente, os critérios para solucionar um conflito sobre limites territoriais entre as duas unidades da Federação. A área de conflito é de cerca de 14 mil hectares.
O conflito relativo às divisas envolve dois parâmetros de delimitação: um laudo do Exército, que beneficiaria o Piauí, e demarcações feitas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atualmente em vigor em função de liminar concedida em 2005 pelo ministro Eros Grau, então relator da ACO 347.
Na reunião os representantes dos dois estados manifestaram interesse em solucionar o problema com base numa terceira via o critério antrópico, que considera a dinâmica humana de ocupação da terra. É uma solução intermediária que pode levar a um resultado satisfatório para os dois estados, sobretudo porque se trata de uma área muito pequena.
Este critério já foi adotado no acordo firmado com a Bahia, que não levou em conta aspectos meramente geográficos. Como o Piauí ainda não concluiu seus estudos técnicos, foi concedido o prazo de 5/8 para que esses dados sejam levantados e considerados e os estados se manifestem sobre a possibilidade de acordo.
O conflito relativo às divisas envolve dois parâmetros de delimitação: um laudo do Exército, que beneficiaria o Piauí, e demarcações feitas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), atualmente em vigor em função de liminar concedida em 2005 pelo ministro Eros Grau, então relator da ACO 347.
Na reunião os representantes dos dois estados manifestaram interesse em solucionar o problema com base numa terceira via o critério antrópico, que considera a dinâmica humana de ocupação da terra. É uma solução intermediária que pode levar a um resultado satisfatório para os dois estados, sobretudo porque se trata de uma área muito pequena.
Este critério já foi adotado no acordo firmado com a Bahia, que não levou em conta aspectos meramente geográficos. Como o Piauí ainda não concluiu seus estudos técnicos, foi concedido o prazo de 5/8 para que esses dados sejam levantados e considerados e os estados se manifestem sobre a possibilidade de acordo.