1. Não exponha seu filho a aparelhos eletrônicos (TV, IPad,celulares antes de dormir), esses aparelhos emitem uma luz azul, invisível aos nossos olhos, que diminui a produção da melatonina (hormônio do sono). Fator que influência principalmente após os 3 meses quando o bebê inicia a produção do hormônio (melatonina).
2. Desde os primeiros dias de vida estabeleça um ritual de sono, o banho noturno ajuda muito. Nas primeiras semanas os bebês costumam não gostar, mas com o tempo eles se habituam e funciona como um relaxamento.
3. Para seu pequeno embalar no sono da noite deixe-o dormir bem durante o dia, sonecas diurnas deixam o bebê mais relaxado e ajudam durante a noite. A maioria das pessoas acredita que manter o bebê acordado durante a tarde o deixará cansado e como consequência dormirá mais fácil à noite. Engano! Na verdade se o pequeno estiver muito cansado ele terá mais dificuldade para pegar no sono.
4. O ciclo do sono dos bebês é menor em relação aos adultos e metade dele acontece de forma superficial, portanto é normal o bebê despertar com facilidade. Não “atenda” o bebê a cada pequeno resmungo, pois ele pode estar em um momento de transição para um novo ciclo de sono e desta maneira você vai atrapalhá-lo.
5. Tente não criar situações de dependência para o bebê dormir, por exemplo, ficar andando e embalando. O bebê desde cedo faz associações de sono, e você precisará sempre destes artifícios.
6. Tente seguir uma rotina durante o dia tanto em relação às sonecas quanto em relação à alimentação. Isso deixa o bebê mais seguro e tranquilo.
7. O ambiente que a criança dorme deve estar totalmente escuro, com temperatura a agradável. Isso se relaciona ao conceito de higiene do sono, que nada mais é do que manter um ambiente apropriado ao sono sem fatores de interferência.
8. A alimentação tem interferência no sono do bebê, durante o dia não o deixe ficar muitas horas sem mamar, um bebê saciado de dia dorme melhor a noite.
9. Nos primeiros meses o bebê ainda tem a memória do ambiente intrauterino, por isso o chamado ruído branco (sons de cachoeira, mar) podem ajudar a acalmar o bebê. O ideal é desligar o som assim que ele relaxa e entra no sono profundo o que acontece entre 15 e 20 minutos após o bebe adormecer.
10. Respeite a janela do sono do seu bebê, esse período engloba aqueles minutos que a criança tem mais facilidade em adormecer. Porém, muitas vezes os pais acabam interpretando os sinais de forma inadequada, pois a criança fica agitada e a tendência é achar que o mesmo não quer dormir. Essa janela pode se apresentar como um bocejo, o ato de coçar os olhos ou agitação corporal. Então assim que perceber algum desses sinais coloque a criança para dormir.
Sobre Dra. Flavia de Oliveira:
Formada pela Universidade de medicina ABC com residência em pediatria e neonatologia na USP. Atualmente atende na clinica da família localizada em Moema São Paulo, porém sua experiência na pediatria já tem 08 anos (consultório próprio). Dra Flavia é mãe de dois meninos que indiretamente a levaram para uma nova perspectiva sobre a visão materna. “Sempre tive um perfil de médica acolhedora, mas a maternidade com certeza me aproximou demais da realidade das mães dos meus pacientes. Sem dúvida me tornei uma pediatra melhor!” Conta Dra. Flavia de Oliveira.
2. Desde os primeiros dias de vida estabeleça um ritual de sono, o banho noturno ajuda muito. Nas primeiras semanas os bebês costumam não gostar, mas com o tempo eles se habituam e funciona como um relaxamento.
3. Para seu pequeno embalar no sono da noite deixe-o dormir bem durante o dia, sonecas diurnas deixam o bebê mais relaxado e ajudam durante a noite. A maioria das pessoas acredita que manter o bebê acordado durante a tarde o deixará cansado e como consequência dormirá mais fácil à noite. Engano! Na verdade se o pequeno estiver muito cansado ele terá mais dificuldade para pegar no sono.
4. O ciclo do sono dos bebês é menor em relação aos adultos e metade dele acontece de forma superficial, portanto é normal o bebê despertar com facilidade. Não “atenda” o bebê a cada pequeno resmungo, pois ele pode estar em um momento de transição para um novo ciclo de sono e desta maneira você vai atrapalhá-lo.
5. Tente não criar situações de dependência para o bebê dormir, por exemplo, ficar andando e embalando. O bebê desde cedo faz associações de sono, e você precisará sempre destes artifícios.
6. Tente seguir uma rotina durante o dia tanto em relação às sonecas quanto em relação à alimentação. Isso deixa o bebê mais seguro e tranquilo.
7. O ambiente que a criança dorme deve estar totalmente escuro, com temperatura a agradável. Isso se relaciona ao conceito de higiene do sono, que nada mais é do que manter um ambiente apropriado ao sono sem fatores de interferência.
8. A alimentação tem interferência no sono do bebê, durante o dia não o deixe ficar muitas horas sem mamar, um bebê saciado de dia dorme melhor a noite.
9. Nos primeiros meses o bebê ainda tem a memória do ambiente intrauterino, por isso o chamado ruído branco (sons de cachoeira, mar) podem ajudar a acalmar o bebê. O ideal é desligar o som assim que ele relaxa e entra no sono profundo o que acontece entre 15 e 20 minutos após o bebe adormecer.
10. Respeite a janela do sono do seu bebê, esse período engloba aqueles minutos que a criança tem mais facilidade em adormecer. Porém, muitas vezes os pais acabam interpretando os sinais de forma inadequada, pois a criança fica agitada e a tendência é achar que o mesmo não quer dormir. Essa janela pode se apresentar como um bocejo, o ato de coçar os olhos ou agitação corporal. Então assim que perceber algum desses sinais coloque a criança para dormir.
Sobre Dra. Flavia de Oliveira:
Formada pela Universidade de medicina ABC com residência em pediatria e neonatologia na USP. Atualmente atende na clinica da família localizada em Moema São Paulo, porém sua experiência na pediatria já tem 08 anos (consultório próprio). Dra Flavia é mãe de dois meninos que indiretamente a levaram para uma nova perspectiva sobre a visão materna. “Sempre tive um perfil de médica acolhedora, mas a maternidade com certeza me aproximou demais da realidade das mães dos meus pacientes. Sem dúvida me tornei uma pediatra melhor!” Conta Dra. Flavia de Oliveira.