O quinto ato contra o aumento da tarifa do transporte público em São Paulo terminou com mais um número para as estatísticas de violência contra a imprensa. Repórter da TV Estadão, Fernando Otto foi atingido por uma bala de borracha lançada pela PM na saída da Estação Faria Lima do metrô. O jornalista estava filmando a ação de um grupo que depredava os vidros. Otto só não se machucou por causa do celular, que acabou atingido.
De acordo com o vídeo veiculado pelo Estadão na tarde desta quarta-feira, 28, a bala atingiu o smartphone do repórter, que estava em seu bolso. O aparelho, mostrado no final da reportagem, ficou destruído. Otto teve apenas alguns ferimentos leves, como uma marca vermelha em seu corpo por causa do impacto. Desde quando as manifestações começaram, o Estadão tem um histórico de jornalistas atingidos, entre eles Edgar Maciel, que foi acertado na perna por uma bala de borracha.
Desde que as manifestações começaram, policiais têm sido os maiores responsáveis por agressões contra a imprensa. A afirmação foi revelada pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), que anualmente publica o Relatório de Violência e Liberdade de Imprensa. Em 2014, a polícia foi responsável por 62 casos de violência, o que representa 48,06% do total. "Também repetindo um fenômeno iniciado em 2013, manifestantes aparecem em segundo lugar entre os principais agressores da categoria, junto com os políticos (ou seus prepostos e parentes) que, historicamente, figuravam no topo da lista", mostrou o levantamento. Além disso, São Paulo e Rio de Janeiro são os estados mais perigosos para o exercício da profissão no Brasil (leia mais aqui e aqui).
No ato de ontem, os manifestantes do Movimento Passe Livre (MPL) saíram do Largo da Batata e bloquearam a Avenida Brigadeiro Faria Lima no sentido da Ponte Eusébio Matoso. A polícia afirma que mais de mil pessoas faziam parte do protesto, já o MPL fala em 10 mil. Segundo o Estadão, um tumulto aconteceu na estação de metrô da Linha 4-Amarela. Um grupo começou a quebrar os vidros e a PM reagiu lançando, pelo menos, seis bombas de gás lacrimogêneo em dois minutos. Parte da ação foi documentada por Otto.
De acordo com o vídeo veiculado pelo Estadão na tarde desta quarta-feira, 28, a bala atingiu o smartphone do repórter, que estava em seu bolso. O aparelho, mostrado no final da reportagem, ficou destruído. Otto teve apenas alguns ferimentos leves, como uma marca vermelha em seu corpo por causa do impacto. Desde quando as manifestações começaram, o Estadão tem um histórico de jornalistas atingidos, entre eles Edgar Maciel, que foi acertado na perna por uma bala de borracha.
Desde que as manifestações começaram, policiais têm sido os maiores responsáveis por agressões contra a imprensa. A afirmação foi revelada pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), que anualmente publica o Relatório de Violência e Liberdade de Imprensa. Em 2014, a polícia foi responsável por 62 casos de violência, o que representa 48,06% do total. "Também repetindo um fenômeno iniciado em 2013, manifestantes aparecem em segundo lugar entre os principais agressores da categoria, junto com os políticos (ou seus prepostos e parentes) que, historicamente, figuravam no topo da lista", mostrou o levantamento. Além disso, São Paulo e Rio de Janeiro são os estados mais perigosos para o exercício da profissão no Brasil (leia mais aqui e aqui).
No ato de ontem, os manifestantes do Movimento Passe Livre (MPL) saíram do Largo da Batata e bloquearam a Avenida Brigadeiro Faria Lima no sentido da Ponte Eusébio Matoso. A polícia afirma que mais de mil pessoas faziam parte do protesto, já o MPL fala em 10 mil. Segundo o Estadão, um tumulto aconteceu na estação de metrô da Linha 4-Amarela. Um grupo começou a quebrar os vidros e a PM reagiu lançando, pelo menos, seis bombas de gás lacrimogêneo em dois minutos. Parte da ação foi documentada por Otto.