O Brasil instituiu em 2003 o Estatuto do Desarmamento, que mantém regras rígidas e burocráticas para o porte e posse de armas, e também promove constantes campanhas de desarmamento, em que mais de 600 mil armas de fogo foram entregues voluntariamente. Entretanto, as restrições e a redução no comércio de armas de fogo legais no país ao longo dos últimos anos não foi capaz de reduzir a criminalidade uma vez que seu número aumentou neste mesmo período.
De acordo com o Mapa da Violência, em 30 anos, pesquisa realizada pela Pew Research Centeras mortes por armas de fogo no Brasil aumentaram 346%, sendo o sexto país mais violento do mundo com uma taxa de 26 homicídios em 100 mil habitantes.
Segundo Barbosa, desarmar o cidadão de bem não é a solução para a redução da violência. "O Brasil tem, reconhecidamente, uma das legislações sobre armas de fogo mais restritivas do mundo, o que mostra não haver fundamento para tratar uma possível facilidade do cidadão ao acesso a elas como causa da violência. Já os Estados Unidos vêm obtendo decréscimo de homicídios, alcançando em 2011 a menor taxa em cinquenta anos, e apesar disso é um país com grande número de armas nas mãos dos cidadãos", ressalta.
Não há um consenso sobre as razões para o declínio dos homicídios, porém entre as possíveis causas apontadas pelo estudo está o policiamento, as políticas de punição, cultura e economia.
Para Barbosa, a causa principal da violência homicida é a impunidade. "No Brasil, menos de 8% dos crimes de morte são elucidados, e é aí que são necessários esforços do poder público. De nada adianta restringir armas para o cidadão comum, que somente as usa para se defender, quando o forte tráfico ilegal de armas e as mortes que ele alimenta não são punidas. É um erro grave, no qual vem se insistindo há mais de uma década, trazendo como resultado um número cada vez maior de homicídios".
De acordo com o Mapa da Violência, em 30 anos, pesquisa realizada pela Pew Research Centeras mortes por armas de fogo no Brasil aumentaram 346%, sendo o sexto país mais violento do mundo com uma taxa de 26 homicídios em 100 mil habitantes.
Segundo Barbosa, desarmar o cidadão de bem não é a solução para a redução da violência. "O Brasil tem, reconhecidamente, uma das legislações sobre armas de fogo mais restritivas do mundo, o que mostra não haver fundamento para tratar uma possível facilidade do cidadão ao acesso a elas como causa da violência. Já os Estados Unidos vêm obtendo decréscimo de homicídios, alcançando em 2011 a menor taxa em cinquenta anos, e apesar disso é um país com grande número de armas nas mãos dos cidadãos", ressalta.
Não há um consenso sobre as razões para o declínio dos homicídios, porém entre as possíveis causas apontadas pelo estudo está o policiamento, as políticas de punição, cultura e economia.
Para Barbosa, a causa principal da violência homicida é a impunidade. "No Brasil, menos de 8% dos crimes de morte são elucidados, e é aí que são necessários esforços do poder público. De nada adianta restringir armas para o cidadão comum, que somente as usa para se defender, quando o forte tráfico ilegal de armas e as mortes que ele alimenta não são punidas. É um erro grave, no qual vem se insistindo há mais de uma década, trazendo como resultado um número cada vez maior de homicídios".