Alunos do 6º ao 8º ano do Colégio Sidarta vivenciarão uma experiência diferenciada na próxima semana. Na segunda-feira, 30/9, começa a Semana Piauí, iniciativa idealizada pelo Colégio, em que os alunos refletirão sobre a origem do homem americano.
As turmas já foram sensibilizadas sobre o tema com a exibição do filme “A aventura de Kon Tiki”, um bate-papo com Marcos Jorge, autor do livro “Brasil rupestre – Arte pré-histórica brasileira” e uma discussão sobre patrimônio histórico.
Na sequencia formaram-se dois grupos: um que explorará in loco o Parque da Serra da Capivara e seu entorno, enquanto o outro permanecerá no Colégio Sidarta, com diferentes momentos de estudo e investigação.
Todas as disciplinas da matriz curricular terão a Serra da Capivara como foco, fazendo desta uma experiência interdisciplinar e multifacetada. Além disso, os alunos também transitarão em outras áreas do conhecimento como Antropologia, Arqueologia e Sociologia, extrapolando o currículo básico, do universo escolar..
Quem fica, aprenderá a relacionar frações à datação de Carbono-14, visitará o Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, participará de danças étnicas, produzirá peças de cerâmica, entre outras atividades.
Quem vai, visitará a trilha de Hombu, o sítio do Mocó, o Baixão das Mulheres, a Toca dos Coqueiros, o Museu do Homem Americano, o Panorâmico da Pedra Furada e se banhará no Rio São Francisco. E ainda, conhecerá a gastronomia local, confeccionará utensílios de barro na cerâmica local, apreciará contação de história e a música regional ao redor de uma boa fogueira.
O Colégio Sidarta acredita que assim, meninos e meninas valorizarão a preservação da nossa história enquanto sociedade e, principalmente, a relevância do Parque Nacional da Serra da Capivara como patrimônio histórico.
Para Cláudia Siqueira, diretora do Instituto Sidarta, “Oportunizar experiências significativas aos alunos é nosso desafio, já que trazemos para os diferentes momentos de aprendizagem, situações que os levem a refletir, a pesquisar, a buscar diferentes formas de solucionar e compartilhar seu conhecimento, ou seja, que se tornem autores de sua trajetória escolar. Acreditamos que fazer do aprender pela experiência um exercício diário proporcionará memórias de escola que o tempo não apagará.”
E por que a Serra da Capivara? Pois se trata de um local com provas substanciais de que a nossa espécie não chegou aqui somente pelo Estreito de Bering, mas provavelmente por outros caminhos, muito antes do que se imagina. Michael Filardi, coordenador da área de Ciências da Natureza do Colégio, explica que na região “privilegia-se a mão de obra local e o turismo não predatório da imensa riqueza arqueo-antropológica, visando uma sustentabilidade socioambiental das comunidades do entorno”.
Acima de tudo, esta iniciativa é um caminho para desenvolver o apreço pelo conhecimento de nossos alunos, valorizando o aprendizado pela experiência, as práticas interculturais e as possibilidades de interpretação da natureza.
As turmas já foram sensibilizadas sobre o tema com a exibição do filme “A aventura de Kon Tiki”, um bate-papo com Marcos Jorge, autor do livro “Brasil rupestre – Arte pré-histórica brasileira” e uma discussão sobre patrimônio histórico.
Na sequencia formaram-se dois grupos: um que explorará in loco o Parque da Serra da Capivara e seu entorno, enquanto o outro permanecerá no Colégio Sidarta, com diferentes momentos de estudo e investigação.
Todas as disciplinas da matriz curricular terão a Serra da Capivara como foco, fazendo desta uma experiência interdisciplinar e multifacetada. Além disso, os alunos também transitarão em outras áreas do conhecimento como Antropologia, Arqueologia e Sociologia, extrapolando o currículo básico, do universo escolar..
Quem fica, aprenderá a relacionar frações à datação de Carbono-14, visitará o Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, participará de danças étnicas, produzirá peças de cerâmica, entre outras atividades.
Quem vai, visitará a trilha de Hombu, o sítio do Mocó, o Baixão das Mulheres, a Toca dos Coqueiros, o Museu do Homem Americano, o Panorâmico da Pedra Furada e se banhará no Rio São Francisco. E ainda, conhecerá a gastronomia local, confeccionará utensílios de barro na cerâmica local, apreciará contação de história e a música regional ao redor de uma boa fogueira.
O Colégio Sidarta acredita que assim, meninos e meninas valorizarão a preservação da nossa história enquanto sociedade e, principalmente, a relevância do Parque Nacional da Serra da Capivara como patrimônio histórico.
Para Cláudia Siqueira, diretora do Instituto Sidarta, “Oportunizar experiências significativas aos alunos é nosso desafio, já que trazemos para os diferentes momentos de aprendizagem, situações que os levem a refletir, a pesquisar, a buscar diferentes formas de solucionar e compartilhar seu conhecimento, ou seja, que se tornem autores de sua trajetória escolar. Acreditamos que fazer do aprender pela experiência um exercício diário proporcionará memórias de escola que o tempo não apagará.”
E por que a Serra da Capivara? Pois se trata de um local com provas substanciais de que a nossa espécie não chegou aqui somente pelo Estreito de Bering, mas provavelmente por outros caminhos, muito antes do que se imagina. Michael Filardi, coordenador da área de Ciências da Natureza do Colégio, explica que na região “privilegia-se a mão de obra local e o turismo não predatório da imensa riqueza arqueo-antropológica, visando uma sustentabilidade socioambiental das comunidades do entorno”.
Acima de tudo, esta iniciativa é um caminho para desenvolver o apreço pelo conhecimento de nossos alunos, valorizando o aprendizado pela experiência, as práticas interculturais e as possibilidades de interpretação da natureza.