Como nos tempos da Ditadura Militar, agentes da “extinta” Agência Brasileia de Inteligência - Abin, hoje abrigados no Gabinete de Segurança Institucional do Palácio do Planalto, estariam agindo nos órgãos públicos federais para intimidar os “servidores rebeldes” e impedir os protesto que pipocam em todo o País contra o governo interino de Michel Temer.
Os “agentes da Abin”, estariam “visitando” os gabinetes dos dirigentes de órgãos federais nos estados para obter informações sobre “servidores rebeldes” e sobre a organização de manifestações contra o governo, como a que está prevista para a próxima sexta-feira, dia 10, quando o País poderá enfrentar a sua primeira paralisação nacional depois da redemocratização, em 1985.
A informação é de um dirigente de um importante órgão federal no Piauí. Com medo de retaliações ele pediu para não ser identificado. Ele disse que foi instado a informar ao agente o nome de servidores que são contrário ao Governo Temer e se está sendo organizada alguma manifestação contra o governo. “Se você souber precisa nos informar, entendeu?”, teria dito o agente.
O dirigente relatou que foi informado que desde o início da semana passada agentes da Abin teriam “visitado” gabinetes dos chefes de todos os órgãos federais no Piauí colhendo informações sobre “rebeldes, subversivos” e sobre a organização de protestos, manifestações e greves já anunciadas contra as ações do governo interino e o impeachment da presidente Dilma Rousseff.
“O que esteve comigo era o chefe. Ele se apresentou, se identificou e pediu sigilo sobre a conversa. Ele disse o que queria e para não me preocupar porque não era nada demais, era só um trabalho de monitoramento”, disse o dirigente reafirmando seu pedido de anonimato.
Os “agentes da Abin”, estariam “visitando” os gabinetes dos dirigentes de órgãos federais nos estados para obter informações sobre “servidores rebeldes” e sobre a organização de manifestações contra o governo, como a que está prevista para a próxima sexta-feira, dia 10, quando o País poderá enfrentar a sua primeira paralisação nacional depois da redemocratização, em 1985.
A informação é de um dirigente de um importante órgão federal no Piauí. Com medo de retaliações ele pediu para não ser identificado. Ele disse que foi instado a informar ao agente o nome de servidores que são contrário ao Governo Temer e se está sendo organizada alguma manifestação contra o governo. “Se você souber precisa nos informar, entendeu?”, teria dito o agente.
O dirigente relatou que foi informado que desde o início da semana passada agentes da Abin teriam “visitado” gabinetes dos chefes de todos os órgãos federais no Piauí colhendo informações sobre “rebeldes, subversivos” e sobre a organização de protestos, manifestações e greves já anunciadas contra as ações do governo interino e o impeachment da presidente Dilma Rousseff.
“O que esteve comigo era o chefe. Ele se apresentou, se identificou e pediu sigilo sobre a conversa. Ele disse o que queria e para não me preocupar porque não era nada demais, era só um trabalho de monitoramento”, disse o dirigente reafirmando seu pedido de anonimato.