A Prefeitura de Teresina investiu R$ 147 mil na aquisição de materiais a serem utilizados pelo SAMU durante o socorro de pacientes em parada cardíaca. Os produtos consistem em 230 pás adesivas, que ligadas ao equipamento Desfibrilador Externo Automático (DEA) auxiliam na reanimação cardíaca.
Marcelo Benício, diretor geral do SAMU Teresina, explica a utilização do material. "As pás são conectadas à vítima e transmitem o sinal elétrico que vem do coração para o aparelho DEA, este analisa a qualidade do ritmo cardíaco e envia, se necessário, o choque elétrico ao peito da vítima", conta.
Para aquisição das pás foram investidos R$ 147 mil, adquiridas com recursos próprios do tesouro municipal, através da Fundação Hospitalar de Teresina. Para Marcelo Benício, o investimento é alto, porém o sistema é eficiente e ajuda a salvar muitas vidas.
Desde a inauguração do SAMU, todas as ambulâncias e motolâncias possuem o equipamento DEA. As pás adesivas, no entanto, são descartáveis, sendo necessária a reposição do estoque pela Prefeitura, de forma periódica. A estimativa é que a quantidade adquirida tenha duração de um ano.
Como identificar a parada cardíaca?
O SAMU Teresina orienta a população para identificar a parada cardíaca:
1. O paciente não responde ao estímulo verbal e nem ao toque no corpo;
2. O paciente também não respira ou tem a respiração agônica (respira com muita dificuldade)
O que fazer em caso de parada cardíaca?
Daniel Gonçalves, cardiologista e médico do SAMU Teresina, explica o procedimento que deve ser tomado antes da ambulância chegar: "Se for identificada a parada cardíaca, a pessoa deve manter a calma, chamar o SAMU e iniciar imediatamente a compressão torácica, pois isso ajudará a preservar um mínimo de circulação de sangue no corpo para manter a viabilidade de órgãos vitais (coração e o cérebro) do paciente até a chegada da ambulância", explica.
Daniel Gonçalves detalha ainda a compressão torácica: "O paciente deve ser rapidamente colocado num local rígido (tipo chão), com a barriga pra cima. A pessoa que irá socorrê-la deve se posicionar de joelhos ao lado do paciente e colocar uma mão sobre a outra, com os braços retos, sem dobrá-los, colocando a força do corpo no centro do tórax da vítima (entre os mamilos), de modo que o tórax seja comprimido numa profundidade de aproximadamente 5 cm e deve-se esperar retornar à sua posição inicial para iniciar a outra compressão. A velocidade é de pelo menos 100 compressões por minuto (rápida). Esse procedimento deve ser realizado continuamente até a chegada do socorro (SAMU).
Marcelo Benício, diretor geral do SAMU Teresina, explica a utilização do material. "As pás são conectadas à vítima e transmitem o sinal elétrico que vem do coração para o aparelho DEA, este analisa a qualidade do ritmo cardíaco e envia, se necessário, o choque elétrico ao peito da vítima", conta.
Para aquisição das pás foram investidos R$ 147 mil, adquiridas com recursos próprios do tesouro municipal, através da Fundação Hospitalar de Teresina. Para Marcelo Benício, o investimento é alto, porém o sistema é eficiente e ajuda a salvar muitas vidas.
Desde a inauguração do SAMU, todas as ambulâncias e motolâncias possuem o equipamento DEA. As pás adesivas, no entanto, são descartáveis, sendo necessária a reposição do estoque pela Prefeitura, de forma periódica. A estimativa é que a quantidade adquirida tenha duração de um ano.
Como identificar a parada cardíaca?
O SAMU Teresina orienta a população para identificar a parada cardíaca:
1. O paciente não responde ao estímulo verbal e nem ao toque no corpo;
2. O paciente também não respira ou tem a respiração agônica (respira com muita dificuldade)
O que fazer em caso de parada cardíaca?
Daniel Gonçalves, cardiologista e médico do SAMU Teresina, explica o procedimento que deve ser tomado antes da ambulância chegar: "Se for identificada a parada cardíaca, a pessoa deve manter a calma, chamar o SAMU e iniciar imediatamente a compressão torácica, pois isso ajudará a preservar um mínimo de circulação de sangue no corpo para manter a viabilidade de órgãos vitais (coração e o cérebro) do paciente até a chegada da ambulância", explica.
Daniel Gonçalves detalha ainda a compressão torácica: "O paciente deve ser rapidamente colocado num local rígido (tipo chão), com a barriga pra cima. A pessoa que irá socorrê-la deve se posicionar de joelhos ao lado do paciente e colocar uma mão sobre a outra, com os braços retos, sem dobrá-los, colocando a força do corpo no centro do tórax da vítima (entre os mamilos), de modo que o tórax seja comprimido numa profundidade de aproximadamente 5 cm e deve-se esperar retornar à sua posição inicial para iniciar a outra compressão. A velocidade é de pelo menos 100 compressões por minuto (rápida). Esse procedimento deve ser realizado continuamente até a chegada do socorro (SAMU).