Por Deusval Lacerda de Moraes
O movimento Unidas nas Ruas que no próximo sábado, dia 29, vai inundar as principais capitais brasileiras contra o ódio, a misoginia, o preconceito e a intolerância não deveria se circunscrever somente às mulheres, mas a todos os grupos sociais discriminados por ele, o agora candidato da elite, da direita e do patronato midiático.
Um País civilizado ou que pleiteia um lugar no panteão das Nações desenvolvidas não pode, de forma alguma, escolher quem defenda as aberrações mais pungentes no seio e na alma de um povo que a História registra como discurso que levou muitos povos à desesperança à destruição.
É uma ideologia política de culto à personalidade, militarista, discriminatória, individualista, intransigente, autoritária e debochada à imagem e semelhança do nazifascismo que tanta dor, sofrimento e humilhação causou aos povos que tiveram a desdita de viverem sob o seu jugo.
O contraponto disso é a cultura, o conhecimento, a diplomacia, o academicismo, a doutrina científica, o ensinamento, a intuição, a inovação, a inteligência e a compreensão das coisas ao redor do mundo encarnados pelo preparado, sereno, educado, professoral e humano Fernando Hadadd, que os brasileiros já sentiram a magna diferença.
Por isso os institutos de pesquisas já anteveram Hadadd eleito presidente da República do Brasil. Fato que leva a maioria do povo brasileiro a sonhar mais uma vez com dias melhores para todos.
Assim, felicitamos as mulheres brasileiras que vão às ruas, em pleno século XXI, e depois de tantas conquistas a duras penas, contra a boçalidade de pessoa que nega, de forma provocativa, seus avanços ganhos ao longo de árdua caminhada. Nesse sentido também devem se manifestar os grupos sociais que ele arrogante e estupidamente despreza.