Aos poucos, depois do golpe que derrubou a presidente legitimamente eleita, Dilma Vanna Rouseff, os espetáculos da Lava Jato foram sumindo. Só os bestas ainda acreditam que a operação pirotécnica era pra combater corrupção.
Eduardo Cunha só foi preso como despiste. E foi só a PF prender ele para o PMDB começar o trabalho de estancar a "sangria" da Lava Jato, como queria Romero Jucá, um dos senadores mais traidores e envolvido em todotipo de propinagem.
Agora, Renan Calheiros, presidente do Senado com o pescoço na forca (enunciado 11 vezes por corrupção no manso STF) quer mudar regras do judiciário pra frear sua ida ao carrasco.
Como se vê, é tudo minimanente pensado para assaltar o País. Uma turma age de um lado, mudando as leis, a outra entra com a estrutura, a outra manipulando as notíciais e informações; mais na frente vem a matilha dos comentaristas, a grana da Avenida Paulista e pessoal do apoio pra gerar desgaste nos adversários bom de votos, no caso Lula e o PT.
Mas não foi só o juiz Moro, e a turma do MPF e da PF que escreveram o roteiro. Eles formaram o elenco de apoio do Congresso e seus mais de 300 picaretas, do Judiciário superior, ávido por aumento de seus gordos salários e outras mordomias, e, proncipalmente das famílias donas da mudía, liderada pela Lobo Marinho (Globo), que viam suas receitas oriundas dos cofres da União esvairem-se.
Assim, juntou-se um bocado de babacas vestidos de verde e amarelo, uma cambada de corruptos, alguns senhores de escravos, milhares de sonegadores, uma pomba gira de 45 mil reais e mais os donos de engenhos e tomaram o poder de assalto, jogando no lixo os votos de mais de 54,5 milhões de brasileiros.
Agora pergunta-se: pra que diabos mesmo serve esse negócio de voto? E esse tal de judiciário mais caro e mais lento do mundo? E um tal de Estado de Direito? E o que diabo é mesmo democracia; onde ela está agora.
Cuidado com as respostas, porque na situação que o País está hoje, quem souber pode morrer.