É público e notório que se tratava de um ideal para o Brasil atingir, mesmo que até falaciosamente, o Panteão do Primeiro Mundo.
Nessa cruzada, o governo Lula elevou o País entre as seis primeiras economia do Globo.
Na preparação, o Brasil, depois de 21 anos de Regime Militar, aplainou o terreno do Estado Democrático de Direito por meio da promulgação da Constituição de 1988.
Como não poderia deixar de ser, ainda que internamente, tinha-se a percepção de evoluir o IDH, o nível educacional, os índices da saúde pública, melhorar nos direitos humanos, na preservação da estabilidade economia, na segurança jurídica e no ambiente empreendedor.
Na política externa, o Brasil era protagonista do Mercosul, do G-20 e do BRICs, e se revelava como potência econômico-tecnológica-democrático-social da América do Sul.
Nesse sentido, o governo do líder operário Lula promoveu uma das maiores revoluções sociais da história da humanidade, erradicando a fome, a miséria e a pobreza de milhões de brasileiros.
E o que restou disso tudo? Um retrocesso político-institucional pátrio, uma vindita da direita política odiosa, ociosa e incompetente que quer apagar da história todo esse legado de uma verdadeira governação do Brasil, em que o setor público se resultou para todos, e não para uma casta de privilegiados.
Para piorar a situação, o poder foi usurpado através do golpe parlamentar-constitucional-judicial que luta por um governo com 94% de reprovação, por um governante acusado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de corrupção passiva, e que vem desorganizando o Estado, impõe miséria a seu povo, torna-se um País violento, despreparado e doente por ser um governo medíocre perante a Nação e ao Mundo. Esta é a herança maldita da velha direita escravocrata do Brasil-Colonial.
Por Deusval Lacerda de Moraes